
Sou Menina
Ingênua... Atrevida.
Mulher liberta,
Quando amada!
Se sofrida, tranco-me
Desolada e acuada.
Sou dócil como
Ave engaiolada
E traiçoeira
Serpente atiçada!
Branda, como a
Calmaria do lago
E feroz como
Um mar bravio!
Sou a chama
Inútil da vela
Que tenta em vão
Clarear o dia,
E o medo,
Na noite sombria.
Sou a alegria
Da chegada e a
Triste despedida.
Sou bondade,
Se preciso for e
Maldade, se ferida!
Sou o sorriso
Na face bela
E a lágrima maldita!
Sou a luz do sol
E a ventania que
Chega intempestiva!
Sou a dor do passado,
A esperança perdida.
Do meu castelo, Rainha!
Mas também,
Serva e súdita.
Sou a felicidade no
Coração que ama.
E se magoada,
Sou sórdida,
Bandida!
(Desconheço autoria)
Mulher liberta,
Quando amada!
Se sofrida, tranco-me
Desolada e acuada.
Sou dócil como
Ave engaiolada
E traiçoeira
Serpente atiçada!
Branda, como a
Calmaria do lago
E feroz como
Um mar bravio!
Sou a chama
Inútil da vela
Que tenta em vão
Clarear o dia,
E o medo,
Na noite sombria.
Sou a alegria
Da chegada e a
Triste despedida.
Sou bondade,
Se preciso for e
Maldade, se ferida!
Sou o sorriso
Na face bela
E a lágrima maldita!
Sou a luz do sol
E a ventania que
Chega intempestiva!
Sou a dor do passado,
A esperança perdida.
Do meu castelo, Rainha!
Mas também,
Serva e súdita.
Sou a felicidade no
Coração que ama.
E se magoada,
Sou sórdida,
Bandida!
(Desconheço autoria)
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